Um bom tratamento não começa com uma receita, começa quando o sofrimento é tanto que há busca por ajuda, apesar do medo, da vergonha ou da insegurança.
Meu trabalho médico parte de uma visão integral de cuidado, unindo Psiquiatria e Psicanálise.
Assim, compreendo não apenas os sintomas, mas também a história, os relacionamentos, os conflitos, os padrões que se repetem e a forma como cada pessoa experimenta o próprio sofrimento.
Sim, tenho cursos e especializações em instituições renomadas, entre elas:
Pontifícia Universidade Católica de Campinas (BRA);
Sociedade Brasileira de Psicanálise de Campinas (BRA);
International Psychoanalytical Association (IPA);
Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (BRA);
Universitat Autònoma de Barcelona (ESP);
Yale University (EUA);
University of Toronto (CAN);
University of Melbourne (AUS);
Universidad de Palermo (ITA);
American Psychological Association (EUA).
Mas mesmo todas essas formações, experiência e títulos, não valeriam de nada se eu não conseguisse ajudar verdadeiramente meus pacientes.
Dentro desses centros, me especializei especialmente em:
Transtornos de ansiedade;
Hiperatividade e TDAH;
Psiquiatria da Adicção: vícios, abuso de substâncias e problemas relacionados a apostas;
Psiquiatria do Trauma: foco em trauma e estresse.
Cada tratamento é construído individualmente.
Quando medico um paciente, faço como uma ferramenta dentro do projeto terapêutico maior, não como substituto da elaboração emocional ou da compreensão do que está acontecendo na vida daquela pessoa.
Da mesma forma, quando não há necessidade de medicar, não me sinto obrigado a prescrever.
Conheço profissionais que mal lembram o nome de quem atenderam no almoço.
O diferencial do meu trabalho é a escuta centrada na pessoa. Não acredito que profissionalismo signifique frieza, distância ou uma postura rígida de sabe-tudo.
Consigo manter técnica, responsabilidade e limites profissionais sem transformar uma consulta em um interrogatório robótico.
Quero que o consultório seja um espaço em que você possa contar aquilo que está acontecendo com liberdade, inclusive aquilo que é difícil de explicar, aquilo que te dá vergonha ou aquilo que talvez nunca tenha conseguido colocar em palavras. Eu não só vou perguntar quais sintomas você apresenta. Vou tentar compreender quem é a pessoa que está vivendo esses sintomas.
Ao longo dessa trajetória, já acompanhei mais de 400 pacientes particulares, incluindo brasileiros que vivem em diferentes países e pacientes internacionais, sempre buscando construir um tratamento personalizado e compatível com a realidade, e com o fuso-horário, de cada pessoa. Porque, no fim, o seu tratamento não existe verdadeiramente sem te conhecer antes.
Se você sente que alguma coisa não está bem, não precisa chegar à primeira consulta sabendo exatamente qual é o problema, qual é o diagnóstico ou qual tratamento precisa fazer.
Você pode simplesmente chegar e me contar o que está acontecendo. A partir daí, vamos pensar juntos no caminho.
Se fizer sentido para você, será um prazer te receber, conhecer a sua história e construir um cuidado que una ciência, escuta e humanidade.